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domingo, 11 de julho de 2010

O TEMPO DO NUNCA E A RAZÃO DO AGORA.

É, se o tempo tivesse ouvido
Todas as preces que um dia guardei
E nunca quis contar
Pois, todas falam de você.
Ah, como o nunca pode ser
Algo tão frágil
Que ao amanhecer posso não mais aceitar.
Mas hoje de tarde vou querer ele pra mim.
Só pra poder dizer que nunca vou me afastar de você.
Bem, vejo que a razão...
Já não aceita partes
De um porto pequeno
No qual me escondi.
E agora onde posso estar?
E agora quem vai orientar essa bússola perdida do tempo, do nunca e da razão?
Agora não quero menos do que você toda pra mim
Agora não quero menos que...toda.

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