Amigo, e essa tempestade que não volta?
Eu estava esperando com meu samba-canção
Pra mostrar que a vida, ela nem sempre é revolta
Que o que vale mais é a cerveja na mão.
Querido, fazer samba nem sempre é cantar lamento
Todo samba é uma busca de sentimentos, que nem sempre assemelham-se com chorar.
Mas se chorar com a cara na mesa e a bebida no chão
Então você ouça essa nossa canção, serve apenas pra quem quer se alegrar
Mas se parar com a cara na mesa e a bebida no chão
Então você ouça essa nossa canção, que serve apenas pra quem quer um amigo.
domingo, 4 de novembro de 2012
Purto puro!
Quem sabe um dia não te desmonto, depois remonto usando partes de mim.
Colocando na cria minha vaidade, nossa coragem e todo sangue ruim.
Pra ver se vejo casta tua timidez.
Só desejo não basta, mas se dessa vez for o bastante...
Pra sentir sua garganta pestanejar
Cantando uma música que me chama para bailar.
Quero um pouco de samba com mel!
Quero sentir tua voz me espancar!
Quero uma bebida nefasta!
Quero poder me arrepiar sem ter que me explicar
Pra tua conveniência.
Sorte na próxima...
Sorte na próxima... façanha!
Colocando na cria minha vaidade, nossa coragem e todo sangue ruim.
Pra ver se vejo casta tua timidez.
Só desejo não basta, mas se dessa vez for o bastante...
Pra sentir sua garganta pestanejar
Cantando uma música que me chama para bailar.
Quero um pouco de samba com mel!
Quero sentir tua voz me espancar!
Quero uma bebida nefasta!
Quero poder me arrepiar sem ter que me explicar
Pra tua conveniência.
Sorte na próxima...
Sorte na próxima... façanha!
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
QUE MERDA
Aconteceu, como simplesmente devia ser.
Um poço com raso fundo é bem melhor.
Quimera meu escondido, corrompido, que merda!
Não era assim, também não era de quem gostasse de mim, que merda!
Encontro-me na indecisão dos meus sentidos ou os teus gemidos, que merda!
Procuro a salvação de uma garrafa de cerveja, que deus não me veja, que merda!
Ai que merda! puta merda!
Um poço com raso fundo é bem melhor.
Quimera meu escondido, corrompido, que merda!
Não era assim, também não era de quem gostasse de mim, que merda!
Encontro-me na indecisão dos meus sentidos ou os teus gemidos, que merda!
Procuro a salvação de uma garrafa de cerveja, que deus não me veja, que merda!
Ai que merda! puta merda!
terça-feira, 13 de março de 2012
PERGAMINHO AZUL
O sol da manhã vem abençoar o teu corpo nu.
Parece perceber que entre eu e você há um pergaminho azul.
Que descobrirá o sedento desejo de nos desalmar.
Então escorrerá todo vinho doce, que nos servirá como ilusão pra vista.
E mesmo não sendo um artista, vou interpretar um solilóquio meu.
Quem sabe um dia deus venha me resguardar.
Do momento, do tempo que me fez assim.
A quimera da maneira de ser ruim.
A lua da meia-noite vem mostrar desejos que nunca antes vi.
Então o pergaminho azul adentra meu corpo e se torna raiz
Não sou flor-de-lis, nem tão pouco Luiz.
Não venha me nomear.
Não rouba meu ar, ou transformar o que há.
Apenas me deixa na enquietiz
És minha pequena, branquinha ou morena, és minha solidão.
Não vou pensar em coração, ou amor, muito menos então pensar em ser.
Os seres imperfeitos, cada um com seu jeito, sujeitos a sobreviver, sobre o viver.
Pergaminho azul, transforma minha vida e me faz ser artista.
terça-feira, 6 de março de 2012
NOSSA PRESENÇA
Careço de está aqui com você, não tão longe que um coração não possa ver.
Que estou de volta, pra refazer tanta felicidade.
Trás da porta, sei que ainda há um lado que não nos cabe... Saber.
Não nos cabe saber...
Por que foi que tu fez isso?
Por que foi que tu fez aquilo?
Por que foi que tu fez isso?
Porque foi que tu fez aquilo?
Ainda vai levar um bom tempo, pra restar tudo que sobrou.
Como será que eu não entendo, o quanto você me fala sobre o amor.
Por que é que eu fiz isso?
Por que é que eu fiz aquilo?
Por que é que eu fiz isso?
Por que é que eu fiz aquilo?
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