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domingo, 27 de junho de 2010

Perigo da alma

O perigo é a alma do negocio, quando se fala de amor.
Ele é a arte, ele é moda ele foca o que a gente tem que fazer.
Se é pra abusar da face ou do rosto! Espera é lábio ou gozo?
É qualquer outra coisa que a gente possa usar.
Mas não tem mais o perigo gostoso, o perigoso do perigoso
O perigo latente demais!
Cadê o lamber a alma, o cerrar os dentes
o olhar de ficante o 14° amante?
Por onde ficou o rasgar-se inteiro o desejar um negro
que te pegue sem pudor?
Por onde anda você querida, que sonha com a realidade?
Estou falando de você ô maldita, falando sobre suas verdades.
Tá se escondendo de mim?
Não faça assim, faça direito, daquele jeito que só você sabe fazer, faça o calar!
A minha alma ainda te alcança?
Espero que sim, pois estou falando com tanta clareza que parece que falo de mim.

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