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terça-feira, 9 de março de 2010

Soberano

Sobre o ano, soberano
Tudo muda ao seu dispor.
Até ela, sim, ela!
Quem mais seria, meu senhor?
Nem capadócia, nem Marinas
O tempo ou as rimas
Nada faz com que ela desligue do senhor, beija-dor
Veja o dissabor que o mestre causa a minha satisfação
Veja a forma incorreta desta minha ficção
Infligindo categorias, as áreas e lugares onde ia
Deformando certezas que acha que tinha
Mestre, veja, está tudo postado
Mas ao seu lado não quero dispor.
Desejo meus singulares
Já que até meu áries morreu de amor.

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