Nada de novo, nada de simples, se for o éter eu venho buscar se for o álcool eu faço nascer.
Sobra um pouco, deixa pra mim, o esgoto a cama, o terraço o lençol, sinto saudades do que se perdeu.
Abra a boca, sinta a língua, o beijo, a barriga, o toque, o olhar, Minha nova vida acaba de crescer.
Sem perceber, longe de mim, me atraco ao trabalho e esqueço da vida, o dinheiro está curto e o medo ataca.
Quem manda ser tão patético?
Sendo tão honesto?
Me diz: como vai mudar?
Se o mundo está ai e você só tenta se adequar
Me diz de onde vem, me diz pra onde vão?
Me diz como é que a vida se tem nas mãos...
De poucos!!!
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